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NAIPE

Herbicida foliar não seletivo de contacto

Categoria

Herbicidas

Composição

Micro-emulsão (ME) contendo 500 g/L ou 52,63 % (p/p) de ácido pelargónico

Embalagens

20 L

Intervalo de segurança

Não aplicável em couves, batateira (controlo de infestantes), alface, escarola, espinafre e no controlo de ramos ladrões em oliveira e videira; 1 dia nas restantes culturas.

APV/AV

Autorização de Venda nº 2331 concedida pela DGAV

Documentos úteis

  • Ficha Técnica
  • Ficha Segurança
  • Culturas: Abrunheiro, Alcachofra, Alface, Alho, Ameixeira, Amendoeira, Aveleira, Batateira, Beringela, Castanheiro, Cebola, Cerejeira, Chalota, Citrinos, Couves, Damasqueiro, Diospireiro, Escarola, Espinafre, Macieira, Marmeleiro, Melancia, Meloeiro, Nectarina, Nespereira, Nogueira, Oliveira, Pereira, Pessegueiro, Tomateiro, Vias de comunicação, Videira

Características

NAIPE é um herbicida não seletivo de contacto, sem qualquer tipo de efeito residual, destinado ao controlo de infestantes anuais monocotiledóneas e dicotiledóneas em diversas culturas, à supressão de ramos ladrões nas culturas da videira e oliveira, e empregue como dessecante da rama de batateira.

NAIPE contém ácido pelargónico, uma substância ativa que atua somente por contacto, destruindo a cutícula e interferindo na permeabilidade da membrana celular da epiderme das plantas. Algumas horas após aplicação, a fotossíntese e outros processos fisiológicos são afetados, levando ao aparecimento de necroses e à dessecação das plantas. (HRAC – Grupo Ø / MoA desconhecido)

Condições de aplicação

Cultura Problema Concentração / Dose Recomendações
Videira (uva de mesa e vinificação)Infestantes anuais20 L/ha

Aplicar de abril a setembro, durante todo o ciclo da cultura (BBCH 15-99), com as infestantes no início do desenvolvimento, até às 2 folhas. Aplicar por pulverização dirigida ao solo na linha da cultura, tratando no máximo 1/3 da superfície da parcela. Máx. 2 aplicações, com 7-10 dias de intervalo. Não ultrapassar a dose máxima de 32 L/ha/ano.

Videira (uva de mesa e vinificação)Supressão de ramos ladrões16 L/ha

Aplicar de abril a junho, até meio da floração da cultura (BBCH 15-65). Pulverizar na base do tronco junto ao solo, tratando no máximo 1/2 da superfície da parcela. Máx. 2 aplicações, com 7-10 dias de intervalo. Não ultrapassar a dose máxima de 32 L/ha/ano.

Oliveira (azeitona de mesa e azeite)Infestantes anuais16-20 L/ha

Aplicar de abril a setembro, durante todo o ciclo da cultura (BBCH 19-99), com as infestantes no início do desenvolvimento, até às 2 folhas. Aplicar por pulverização dirigida ao solo, na linha da cultura, tratando no máximo 1/3 da superfície da parcela. Máx. 2 aplicações, com 7-10 dias de intervalo. Não ultrapassar a dose máxima de 40 L/ha/ano.

Oliveira (azeitona de mesa e azeite)Supressão de ramos ladrões16 L/ha

Aplicar de abril a junho, nos novos rebentos primaveris da cultura, até 10 cm de altura. Pulverizar na base do tronco junto ao solo. Tratar no máximo 1/2 da superfície da parcela. Máx. 2 aplicações, com 7-10 dias de intervalo. Não ultrapassar a dose máxima de 32 L/ha/ano

BatateiraInfestantes anuais16-20 L/ha

Aplicar de março a outubro, em pré-emergência da cultura (BBCH ≤09), com as infestantes no início do desenvolvimento, até às 2 folhas. Aplicar por pulverização dirigida aos sulcos sem cultura, tratando no máximo 1/2 da superfície da parcela. Máx. 2 aplicações, com 7-10 dias de intervalo. Não ultrapassar a dose máxima de 40 L/ha/ano.

Batateira18 L/haDessecação da rama

Aplicar desde o início do amadurecimento dos tubérculos até à senescência (BBCH 81-91). Não ultrapassar a dose máxima de 36 L/ha/ano.

Opção 1: 2 aplicações consecutivas do produto, com 7-10 dias de intervalo

Opção 2: remoção mecânica + aplicação do produto (1-7 dias depois)

Abrunheiro, ameixeira, cerejeira, damasqueiro, pessegueiro (inclui nectarina), Macieira, pereira, marmeleiro, nespereira, DiospireiroInfestantes anuais20 L/ha

Aplicar de abril a setembro, durante todo o ciclo da cultura (BBCH 19-99), com as infestantes no início do desenvolvimento, até às 2 folhas. Aplicar por pulverização dirigida ao solo na linha da cultura, tratando no máximo 1/3 da área total da cultura. Máx. 2 aplicações, com 7-10 dias de intervalo. Não ultrapassar a dose máxima de 40 L/ha/ano.

Laranjeira, tangerineira (inclui clementina e híbridos), amendoeira, aveleira, castanheiro, nogueira, nogueira-pecã, pistáchioInfestantes anuais20 L/ha

Aplicar de abril a setembro, durante todo o ciclo da cultura (BBCH 19-99), com as infestantes no início do desenvolvimento, até às 2 folhas. Aplicar por pulverização dirigida ao solo na linha da cultura, tratando no máximo 1/3 da área total da cultura. Máx. 2 aplicações, com 7-10 dias de intervalo. Não ultrapassar a dose máxima de 40 L/ha/ano.

Vias de comunicação: estradas, ruas, caminhos de ferros, caminhos públicos, incluindo bermas e passeiosInfestantes anuais20 L/ha

Aplicar de abril a agosto, com as infestantes no início do desenvolvimento, até às 2 folhas. Aplicar por pulverização dirigida ao solo.

No tratamento localizado de manchas de infestantes, efetuar uma aplicação manual, tratando no máximo 20% da superfície total. No caso de aplicação mecânica, tratar no máximo de 1/3 da superfície total. Não ultrapassar a dose máxima de 40 L/ha/ano.

Alface, escarola (=chicória), espinafreInfestantes anuais20 L/ha

Aplicar de março a agosto, desde a 1ª até às 9 folhas da cultura (BBCH 10-19), com as infestantes no início do desenvolvimento, até às 2 folhas. Aplicar por pulverização dirigida às entrelinhas, sem molhar as partes verdes da cultura. Tratar no máximo 1/2 da superfície da parcela. Máx. 2 aplicações, com 7-10 dias de intervalo. Não ultrapassar a dose máxima de 40 L/ha/ano.

Couve-brócolo, couve-de-bruxelas, couve-de-pequim, couve-flor, couve-frisada, couve-galega, couve-rábano, couve-repolhoInfestantes anuais16-20 L/ha

Aplicar de março a agosto, desde a 1ª até às 9 folhas da cultura (BBCH 10-19), com as infestantes no início do desenvolvimento, até às 2 folhas. Aplicar por pulverização dirigida às entrelinhas, sem molhar as partes verdes da cultura. Tratar no máximo 1/2 da superfície da parcela. Máx. 2 aplicações, com 7-10 dias de intervalo. Não ultrapassar a dose máxima de 40 L/ha/ano.

Alho, cebola, chalotaInfestantes anuais20 L/ha

Aplicar de março a outubro, desde as 5 folhas da cultura (BBCH ≥15),  com as infestantes no início do desenvolvimento, até às 2 folhas. Aplicar por pulverização dirigida às entrelinhas, sem molhar as partes verdes da cultura. Tratar no máximo 1/2 da superfície da parcela. Máx. 2 aplicações, com 7-10 dias de intervalo. Não ultrapassar a dose máxima de 40 L/ha/ano.

Alcachofra, beringela, tomateiro, meloeiro, melanciaInfestantes anuais20 L/ha

Aplicar de março a outubro, durante todo o ciclo da cultura (BBCH 00-99), com as infestantes no início do desenvolvimento, até às 2 folhas. Aplicar por pulverização dirigida às entrelinhas, sem molhar as partes verdes da cultura. Tratar no máximo 1/2 da superfície da parcela. Máx. 2 aplicações, com 7-10 dias de intervalo. Não ultrapassar a dose máxima de 40 L/ha/ano.

Infestantes susceptíveis

Grizandra (Diplotaxis erucoides), alface-brava (Lactuca serriola), serralha-macia (Sonchus oleraceus), morugem-branca (Stellaria media), verónica-da-pérsia (Veronica persica), verónica-vulgar (Veronica arvensis), beldroega (Portulaca oleracea), moncos-de-perú (Amaranthus retroflexus), avoadinha (Erigeron bonariensis), quebra-pedra-rasteira (Euhorbia prostrata), malva-silvestre (Malva sylvestris), catassol (Chenopodium album), língua-de-ovelha (Plantago lanceolata), acelga-brava (Beta vulgaris subsp. maritima), cevada-de-rato (Hordeum murinum), cabelo-de-cão (Poa annua), erva-de-febra (Poa pratensis).

Infestantes moderadamente susceptíveis

Bolsa-de-pastor (Capsella bursa-pastoris), tasneirinha (Senecio vulgaris), negrinha (Cyperus difformis), malvão (Abutilon theophrasti), sorgo-bravo (Sorghum halepense).

Observações importantes

  • Não aplicar na presença de vento. Durante a aplicação não atingir terrenos e culturas vizinhas da área a tratar.
  • Não tratar as culturas sob condições de stress (ex. seca, encharcamento, temperaturas extremas, deficiências nutricionais, problemas fitossanitários, etc.), nem quando se esperam grandes oscilações de temperatura ou precipitações excessivas.
  • O controlo das infestantes pode ser reduzido em condições de seca. Após a ocorrência de chuva, recomenda-se um intervalo mínimo de 6 horas para realizar a aplicação.
  • Não atingir as partes verdes ou não lenhificadas, frutos, feridas de poda das culturas tratadas.
  • Não contaminar a água da rega, sementes, adubos e outros produtos agrícolas.
  • Quando utilizado como dessecante na batata (aplicação tardia), não aplicar o produto durante o período de fluxo de drenagem.
  • Culturas seguintes: o ácido pelargónico não tem atividade sistémica, pelo que não é absorvido pelas raízes das plantas, e é rapidamente degradado no solo. Por conseguinte, não há impacto negativo nas culturas subsequentes.
  • Não se deve aplicar este produto nos locais onde se verifiquem quebras de eficácia, após aplicações repetidas do mesmo.
  • A aplicação repetida, na mesma parcela, de herbicidas contendo substâncias ativas da mesma família química ou com o mesmo modo de ação podem conduzir à ocorrência de resistências em espécies anteriormente suscetíveis. Para evitar o desenvolvimento de resistências, recomenda-se proceder, sempre que possível, à utilização de herbicidas mistos ou à alternância de herbicidas de diferentes famílias químicas ou com diferente modo de ação.

Classificação Toxicológica, Ecotoxicológica e Ambiental

GHS07

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A consulta da informação disponível neste site não dispensa a leitura cuidadosa dos rótulos dos produtos

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