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DIPIRIL

Herbicida residual e de contacto para o combate de infestantes anuais

Categoria

Herbicidas

Composição

Concentrado para emulsão (EC) contendo 240 g/L ou 23,5% (p/p) de oxifluorfena

Contém xileno, etilbenzeno e ciclohexanona

Embalagens

5 L

Intervalo de segurança

7 dias em oliveira; 21 dias em citrinos; 180 dias nas restantes culturas

APV/AV

Autorização de Venda nº 2299 concedida pela DGAV

Documentos úteis

  • Ficha Técnica
  • Ficha Segurança
  • Culturas: Ameixeira, Aveleira, Castanheiro, Cerejeira, Citrinos, Damasqueiro, Diospireiro, Macieira, Marmeleiro, Nespereira, Nogueira, Oliveira, Pereira, Pessegueiro, Pinheiro-manso, Videira

Características

DIPIRIL é um herbicida residual e de contacto, formulado com base na substância ativa oxifluorfena, pertencente que pertence à família química difeniléter.

DIPIRIL deve ser utilizado no controlo de infestantes anuais dicotiledóneas e monocotiledóneas, em pré e/ou pós-emergência das mesmas. Tem absorção pelas raízes, caulículos e coleóptilos com translocação limitada. Inibe a biossíntese da clorofila [inibindo a enzima protoporfirinogénio oxidase, protox (PPO)], alterando a membrana celular e influenciando indiretamente a atividade fotossintética.

Classificação do modo de ação da s.a. de acordo com HRAC: GRUPO 14 – HERBICIDA

Condições de aplicação

Cultura Problema Concentração / Dose Recomendações
VideiraInfestantes anuais dicotiledóneas e monocotiledóneas0,6 L/ha

Efetuar o tratamento no Outono, no período de repouso vegetativo. A aplicação só deve ser efetuada em vinhas instaladas a partir do 3º ou 4º ano após a plantação, dependendo do crescimento da planta.

Vol. de calda: 400 L/ha.

OliveiraInfestantes anuais dicotiledóneas e monocotiledóneas0,6 L/ha

Efetuar o tratamento no outono ou no inverno, durante a fase de maturação. A aplicação deve ser dirigida ao solo de modo a não atingir as partes verdes das árvores, sem presença de azeitona caída no chão. A aplicação só deve ser efetuada em olival instalado a partir do 2º ano após a plantação, dependendo do crescimento da planta.

Vol. de calda: 400 L/ha.

Macieira, pereira, marmeleiro e nespereiraInfestantes anuais dicotiledóneas e monocotiledóneas0,6 L/ha

Efetuar o tratamento no outono ou no início da primavera no período de repouso vegetativo. A aplicação só deve ser efetuada em pomares instalados a partir do 2º ano após a plantação, dependendo do crescimento da planta.

Vol. de calda: 400 L/ha.

Ameixeira, cerejeira, pessegueiro (inclui nectarina) e damasqueiroInfestantes anuais dicotiledóneas e monocotiledóneas0,6 L/ha

Efetuar o tratamento no outono ou no início da primavera no período de repouso vegetativo. A aplicação só deve ser efetuada em pomares instalados a partir do 2º ano após a plantação, dependendo do crescimento da planta.

Vol. de calda: 400 L/ha.

Laranjeira, toranjeira, tangerineira (inclui clementina e híbridos) e limoeiroInfestantes anuais dicotiledóneas e monocotiledóneas0,6 L/ha

Efetuar o tratamento no outono ou início da primavera. Recomenda-se a aplicação do produto no início da primavera nas variedades precoces e no outono para as variedades tardias. A aplicação só deve ser efetuada em pomares instalados a partir do 2º ano após a plantação, dependendo do crescimento da planta.

Vol. de calda: 400 L/ha.

Diospireiro, castanheiro, aveleira, pistáchio, nogueira e pinheiro-mansoInfestantes anuais dicotiledóneas e monocotiledóneas0,6 L/ha

Efetuar o tratamento no outono ou no início da primavera, durante o abrolhamento. A aplicação só deve ser efetuada em árvores instaladas a partir do 2º ano após a plantação, dependendo do crescimento da planta.

Vol. de calda: 400 L/ha.

Infestantes susceptíveis

Dente-de-leão (Taraxacum officinale), corriola (Convolvulus arvensis), catassol (Chenopodium album), grama (Cynodon dactylon), beldroega (Portulaca oleracea), serralha-preta (Sonchus asper), trevo-branco (Trifolium repens), beldros (Amaranthus retroflexus), coentrinho (Geranium dissectum), verónica-de-folha-de-hera (Veronica hederifolia), morugem-branca (Stellaria media), olho-de-mocho (Tolpis barbata), urtiga-maior (Urtica dioica), bromos (Bromus sterilis), grisandra (Diplotaxis erucoides).

Infestantes moderadamente susceptíveis

Bico-de-pomba-menor (Geranium molle), tasneirinha (Senecio vulgaris), junça (Cyperus rotundus), milhã-digitada (Digitaria sanguinalis), lâmio (Lamium amplexicaule), sorgo-bravo (Sorghum halepense), ervilhaca-peluda (Vicia bithynica), cabelo-de-cão (Poa annua), malva (Malva sylvestris), margaça-de-inverno (Chamaemelum fuscatum), calendula (Calendula arvensis).

Infestantes resistentes

Luzerna (Medicago polymorpha), erva-garfo (Erodium malacoides), azevém (Lolium multiflorum), azevém-bastardo (Lolium rigidum), língua-de-ovelha (Plantago lanceolata), serralha (Sonchus oleraceus), margaça (Chamaemelum mixtum), corriolas (Convolvulus sp.).

Observações importantes

  • Limitado a uma única aplicação por ano e por cultura. Não ultrapassar a dose máxima de 150g de oxifluorfena/ha/ano.
  • A aplicação deve ser dirigida ao solo, em bandas ao longo das linhas da cultura, tratando no máximo 1/3 da superfície. As entrelinhas não deverão ser tratadas.
  • Durante a aplicação não atingir terrenos e culturas vizinhas da área a tratar. Não aplicar na presença de vento.
  • DIPIRIL não deverá ser aplicado em culturas sob condições de stress (ex. seca, encharcamento, temperaturas extremas, deficiências nutricionais, problemas fitossanitários, etc.), nem quando se esperam grandes flutuações de temperatura ou precipitações excessivas.
  • Não se deve aplicar este produto nos locais onde se verifiquem quebras de eficácia, após aplicações repetidas do mesmo.
  • Não fazer culturas intercalares.
  • A aplicação deve ser localizada, de modo a não atingir folhas, feridas recentes de poda (menos do que duas semanas).
  • Conseguem-se melhores resultados quando o tratamento é efetuado após a ocorrência de chuva ou a realização de uma rega.
  • Para o efeito do tratamento ser mais prolongado, é aconselhável não mobilizar o terreno desde um mês antes da aplicação até duas semanas após a aplicação.
  • A aplicação repetida deste produto ou de herbicidas com substâncias ativas da mesma família química ou com o mesmo modo de ação, pode provocar o desenvolvimento de biótipos resistentes de algumas infestantes indicadas no rótulo como suscetíveis. Para evitar o desenvolvimento de resistências, recomenda-se proceder, sempre que possível, à alternância de herbicidas de diferentes famílias químicas ou com diferente modo de ação.

Classificação Toxicológica, Ecotoxicológica e Ambiental

GHS02 GHS07 GHS08 GHS09

PERIGO

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